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História
José Nogueira dos Reis


  José Nogueira dos Reis -    CAMPOS DE CONCENTRAÇÃO -


  Não somos hipócritas descontentes

Vivendo num desânimo fatal

Somos hipies persistentes

O amor é o nosso ideal

Campos de concentração na Europa, durante a Segunda Guerra Mundialhttp://nogueirareis.tripod.com

Cada um ter o que deseja

É que é pura felicidade

E nós hipies o que queremos

É paz, amor e liberdade


  Testemunho de uma visita «in loco» de Teresa Fernandes

     Introdução - A cerca de 70 Km de Cracóvia (antiga capital da Polónia), existe uma local chamado Oswichem, situado numa zona extremamente plana, factor que constituiu motivo atractivo para os Nazis o terem escolhido a fim de procederem à instalação de campos de concentração: tinham uma área de visão muito alargada, o que lhes permitia o fácil controle dos prisioneiros nos campos. Como para os Nazis era de difícil pronúncia o nome da localidade, entenderam dar-lhe um nome alemão: AUSCHWITZ. Para além de ser mais fácil de pronunciar, era de difícil localização por induzir a estar situado na Alemanha, devido à natureza do nome.   Os judeus, ciganos, etc. eram convencidos que se tratava de um local onde iriam começar uma vida nova, onde ninguém os perseguia, como acontecia nos locais onde originariamente habitavam. Assim, eram os próprios que compravam os bilhetes de comboio e esperavam por ele na estação (na maior parte das vezes) fazendo-se acompanhar de tudo o que necessitariam para o começo da ilusória vida nova: roupa, utensílios de cozinha, ferramentas, obras de arte, etc.. Eram sempre muito avisados para identificarem correctamente as malas e bagagens, por forma a que nada se extraviasse. Deviam, inclusive, colocar nas malas a morada de origem, para que no caso de alguma se perder (diziam os Nazis) ser remetida para o seu endereço de origem, a fim de quando regressassem a suas casas tudo lá se encontrar.  Como nós sabemos hoje, a realidade era totalmente diferente: logo à entrada dos campos de concentração todos os objectos eram-lhes retirados e enviados para a Alemanha (depois de devidamente catalogados e separados por categorias e tipos), a fim de serem utilizados pelos soldados do exército alemão ou convertidos noutros utensílios necessários à máquina de guerra, nomeadamente em armas, ou ainda no caso dos objectos de ouro para ser vendido, a fim de obterem meios financeiros para «sustentar» a guerra. Neste capítulo não nos podemos isentar de responsabilidades, porque a par dos espanhóis e dos suíços (estes em maior escala) fomos daqueles que também comprámos algum desse ouro de proveniência duvidosa. Aos prisioneiros eram-lhes retiradas todas as próteses (no actual museu podem ser vistas várias próteses de braços e pernas), ricas em metal (platina) e tudo o que fosse ouro (até os dentes). As tranças das mulheres eram igualmente cortadas e os seus cabelos rapados, a fim de servirem de matéria-prima para o fabrico de tecidos.

  A cerca de 70 Km de Cracóvia (antiga capital da Polónia), existe uma local chamado Oswichem, situado numa zona extremamente plana, factor que constituiu motivo atractivo para os Nazis o terem escolhido a fim de procederem à instalação de campos de concentração: tinham uma área de visão muito alargada, o que lhes permitia o fácil controle dos prisioneiros nos campos. Como para os Nazis era de difícil pronúncia o nome da localidade, entenderam dar-lhe um nome alemão: AUSCHWITZ. Para além de ser mais fácil de pronunciar, era de difícil localização por induzir a estar situado na Alemanha, devido à natureza do nome.   Os judeus, ciganos, etc. eram convencidos que se tratava de um local onde iriam começar uma vida nova, onde ninguém os perseguia, como acontecia nos locais onde originariamente habitavam. Assim, eram os próprios que compravam os bilhetes de comboio e esperavam por ele na estação (na maior parte das vezes) fazendo-se acompanhar de tudo o que necessitariam para o começo da ilusória vida nova: roupa, utensílios de cozinha, ferramentas, obras de arte, etc.. Eram sempre muito avisados para identificarem correctamente as malas e bagagens, por forma a que nada se extraviasse. Deviam, inclusive, colocar nas malas a morada de origem, para que no caso de alguma se perder (diziam os Nazis) ser remetida para o seu endereço de origem, a fim de quando regressassem a suas casas tudo lá se encontrar.

  Como nós sabemos hoje, a realidade era totalmente diferente: logo à entrada dos campos de concentração todos os objectos eram-lhes retirados e enviados para a Alemanha (depois de devidamente catalogados e separados por categorias e tipos), a fim de serem utilizados pelos soldados do exército alemão ou convertidos noutros utensílios necessários à máquina de guerra, nomeadamente em armas, ou ainda no caso dos objectos de ouro para ser vendido, a fim de obterem meios financeiros para «sustentar» a guerra. Neste capítulo não nos podemos isentar de responsabilidades, porque a par dos espanhóis e dos suíços (estes em maior escala) fomos daqueles que também comprámos algum desse ouro de proveniência duvidosa. Aos prisioneiros eram-lhes retiradas todas as próteses (no actual museu podem ser vistas várias próteses de braços e pernas), ricas em metal (platina) e tudo o que fosse ouro (até os dentes). As tranças das mulheres eram igualmente cortadas e os seus cabelos rapados, a fim de servirem de matéria-prima para o fabrico de tecidos.

  AUSCHWITZ, muito embora seja o campo de concentração mais falado, não era dos piores nem dos maiores. Era habitado essencialmente por presos políticos polacos e prisioneiros de guerra russos. Aqui, as habitações eram em tijolo e as pessoas morriam apenas de fome, excesso de trabalho e doença: não por inalação de gás.

  Tudo isto não é obra do acaso, por duas razões: a primeira, é que em redor de Auschwitz existiam mais campos de concentração, esses sim, horríveis, onde eram cometidas as maiores atrocidades possíveis contra a raça humana - Auschwitz existia para ser mostrado à Cruz Vermelha Suíça, caso os Nazis fossem delatados e a Cruz Vermelha pretendesse certificar-se como estavam a ser tratados os supostos presos de guerra; a segunda, porque em Auschwitz só existiam quatro fornos crematórios e a sua capacidade ficava totalmente hipotecada e esgotada com os presos que morriam de fome, esgotamento físico ou doença.

  Todos estes campos encontram-se actualmente transformados em museus. Os polacos fazem questão e ponto de honra em manter tudo tal como foi encontrado após a libertação pelos Aliados. Nos corredores dos pavilhões estão em ambos os lados expostas fotografias de algumas das vítimas, com a data de entrada e a data de falecimento: os homens aguentavam em média cerca de seis meses, visto serem mais resistentes e de maior utilidade e necessidade para trabalhar, enquanto es mulheres, salvo raras excepções, não suportavam, em média, mais que dois meses, o sofrimento que lhes era imposto.


  
VISITA AO CAMPO DE CONCENTRAÇÂO DE AUSCHWITZ - A visita começa ao campo de concentração de Auschwitz e, a cada facto horrível que nos era contado ou a cada imagem que nos era mostrada, fazíamos uma cara aterrada. A guia, uma polaca, por seu turno com uma expressão orgulhosa de quem pertence a um povo que tantas vezes foi sacrificado e martirizado e conseguiu resistir, lembrava-nos sempre que este campo não era dos piores e que guardássemos o espanto para Birkenau (o seguinte a visitar).Por aqui ou por ali

  

Por aqui ou por ali

Somos alvo de contestações

Por ali ou por aqui

Protestamos contra guerras, hipócrisias e prisões


  1 - Portão de entrada para Auschwitz. As inscrições colocadas na parte superior do portão, significam, em alemão «O TRABALHO FAZ A LIBERDADE», o que não deixa de ser verdade: as pessoas efectivamente morriam de excesso de trabalho e nessa perspectiva libertavam-se do sofrimento imposto, em forma de fumo, uma vez cremadas.


  2 - Posto de observação em Auschwitz. As casas são em tijolo (tipo de material usado na Polónia na construção) e têm um aspecto agradável.

Foste tu oh Jesus

Foste tu oh Jesus

Foste Tu o primeiro

E só Tu é que Foste

Um hipie verdadeiro


  3 - Este edifício tem a particularidade de ter as janelas completamente tapadas por painéis de madeira. Trata-se do bloco onde eram levadas a cabo as experiências médicas de que temos conhecimento, nomeadamente: inseminações, vários tipos de experiências com gémeos, etc. com vista ao apuramento de uma raça pura. As janelas estavam devidamente tapadas, por forma a que de fora ninguém pudesse desconfiar do que se passava no interior. Era ainda um modo de isolar e abafar, em parte, os gritos de horror que de lá saíam.


  4 - Edifício onde a GESTAPO fazia os interrogatórios, nomeadamente para saber se os prisioneiros tinham conhecimento de mais famílias, dos seus locais de origem e que supostamente deveriam estar nos campos. Era o bloco das torturas, onde os prisioneiros que desobedecessem às regras erem castigados.
  Foi igualmente neste bloco que se fizeram as primeiras experiências de gaseamento em massa.
  Os nazis experimentaram ainda outro tipo de morte: por asfixia. Seria o método mais "simples", pois bastava vedar devidamente as minúsculas celas onde encerravam os prisioneiros: a falta de renovação do ar fazia o resto.


  5 - Pátio de fuzilamento entre o bloco das experiências médicas (à esquerda) e o das torturas (à direita). No fim do bloco das torturas existia uma porta, por onde as vítimas saíam, completamente nuas, directamente para este pátio. Os homens eram encarcerados na metade do edifício mais próxima da porta e as mulheres ficavam na extremidfade oposta, por forma a que, ao serem conduzidas nuas para a porta da morte, tivessem que passar no sector masculino, aumentando deste modo a sua humilhação.


  6 - Pormenor de um local de castigo com cerca de 1 m², no bloco da Gestapo. Aqui eram encercerados durante uma noite quatro prisioneiros que tivessem violado as regras. O «crime» mais comum era o de tentar roubar a comida dos dentes do outro. Dada a exiguidade do espaço, os prisioneiros tinham que dormir de pé, pelo que no dia seguinte não tinham forças para trabalhar e eram, então, violentamente agredidos e espancados pelos guardas.


  7 - Beliches de camaratas de prisioneiros em Auschwitz, onde se pode ainda ver algo com semelhanças a um colchão.


  8 - Formas de acomodação em Auschwitz.


  9 - Chaminé do único centro de fornos crematórios existente em Auschwitz. Os fornos são sempre subterrâneos e as chaminés localizadas nas áreas limítrofes dos campos de concentração, rodeadas de árvores para dissimular o fumo. O que os Nazis não conseguiam totalmente disfarçar era o cheiro adocicado e enjoativo proveniente da cremação intensiva dos corpos humanos, que se propagava pelos campos de concentração e pelas regiões adjacentes.


  10 - Fornos crematórios em Auschwitz. Hoje, na Polónia, nestes e noutros locais de antigos martírios, é frequente verem-se os mesmos cobertos de flores e velas, em homenagem às vítimas.


  11 - Esta é a forca onde morreu, a olhar para o monstro que dirigiu, o último homem (cérebro maquiavélico) que comandou o campo de concentração de Auschwitz e concebeu todos os estratagemas para atrair as vítimas e as formas mais eficazes de reciclar todos os seus bens. Esta forca está estrategicamente colocada fora do campo, voltada para este e ao lado dos fornos crematórios.


  12 - Aspecto geral do campo de concentração de Auschwitz.

Há quem diga que pertencemos

A uma nova sociedade

Será pelo facto de quereros

Paz, amor e liberdae?


   
VISITA AO CAMPO DE CONCENTRAÇÂO DE BIRKENAU - Os caminhos de ferro assumiam um papel preponderante no transporte das vítimas para os campos de concentração. Quando os prisioneiros com destino a Birkenau saíam do comboio, já estavão dentro do campo e a fuga era impossível. Pouco antes da guerra acabar a Cruz Vermelha Suíça foi alertada para a existência de vários campos de concentração nas imediações de Auschwitz. Como prova documental foi enviada uma fotografia aéra e a única petição era no sentido da destruição e eliminação das vias férreas que facilitavam o transporte dos presos. A Cruz Vermelha parece nunca ter dado importância a este pedido e, durante toda a guerra, apenas se deslocaram uma única vez a Auschwitz, visitando apenas os blocos que os Nazis quiseram mostrar sem nunca teram falado com prisioneiro algum.


  13 - Entrada em Birkenau. O envidraçado superior do portão corresponde à área habitada pelo homem que controlava o campo de concentração. Dali, dado tratar-se de uma planície, tinha-se uma visão completa e abrangente do campo.


  14 - Logo a seguir à entrada do campo de Birkenau pode observar-se uma infindável linha de caminho de ferro, pavilhões de ambos os lados e ao fundo as árvores que serviam para esconder as chaminés dos fornos crematórios.


  15 - Em primeiro plano, a entrada para um abrigo subterrâneo utilizado pelos Nazis para se defenderem dos ataque aéreos. Como forma de impedir que os prisioneiros fugissem do campo de Birkenau, existia um fosso de água com 2 metros de profundidade à volta do campo. Caso alguém o conseguisse transpôr, teria de saltar a rede da vedação exterior, o que era impossível, dado esta se encontrar electrificada, pelo que quem passe o fosso depois morria electrocutado.


  16 - Parte do que resta de uma das alas do campo de concentração de Birkenau.


  17 - Quando os Nazis pressentiram que a guerra estava perdida e que brevemente o mundo descobriria as atrocidades por eles cometidas, incendiaram os pavilhões do campo de concentração de Birkenau. Como estes eram de madeira, não foi difícil o fogo atear e alastrar. O único contratempo foi que estes factos passaram-se no mês de Janeiro, num país acentuadamente frio e onde a neve é abundante nessa época, pelo que ainda restaram alguns vestígios dos pavilhões.


  18 - Cada 3 chaminés correspondem a um pavilhão que albergava 600 prisioneiros.


  19 - Interior de um dos pavilhões que restaram. Em cada nível do beliche dormiam 8 pessoas, o que só era possível em virtude do peso médio por adulto ser apenas de 30 Kg. Os prisioneiros tinham uma péssima e escassa alimentação, pelo que sofriam de desinteria crónica. O esforço físico a que eram sujeitos todos os dias era enorme: a maior parte deles fazia o percurso de ida e volta a pé, para uma fábrica de borracha distante cerca de 13 Km, debaixo de temperaturas que atingiam os 30 graus negativos e tinham que trabalhar durante todo o dia. A hora de dormir era a mais esperada. Mas aqueles mais castigados durante o dia não tinham força para subirem para a parte superior dos beliches e passavam a noite a suportar a diarreia proveniente daqueles que estavam por cima.


  20 - Instalações sanitárias do campo de concentração de Birkenau. Por cada 3 pavilhões (1800 prisioneiros) existia uma instalação sanitária (W.C.) que não tinha uma afluência exagerada, pois o segundo e terceiro pavilhões ficavam longe e, em função da desinteria crónica que sofriam, não tinham tempo para chegar às instalações sanitárias. Os excrementos humanos eram aproveitados por um grupo específico de prisioneiros, que tinha a missão de recolher todos os excrementos para serem transformados em gás. Vários judeus, antigos prisioneiros deste campo de Birkenau, que resistiram à guerra e às torturas, tiveram a coragem de visitar este local onde tinham sido escravizados. Um deles deu como explicação de ter sobrevivido o facto de pertencer ao grupo de recolha de escrementos, pois nunca havia saído para o exterior do campo para ir trabalhar para a fábrica de borracha.


   
Conclusão -  Foram estes dois dos campos de concentração mais terríveis, muito embora o de Birkenau fosse maior e pior do que o de Auschwitz em termos de torturas. Tudo o que nestes campos se passou deixa-nos horrorizados: desde a forma de separação das famílias, às técnicas de selecção dos que deviam morrer e sobreviver, em que um médico acenava com o polegar, apenas olhando para as pessoas, e dava o veredito pelo aspecto (se eram robustas, serviam para trabalhar, se não o eram, serviam eliminar); mas se na próxima inspecção, devido aos maus tratos, já apresentassem um aspecto débil e que já não pudessem contribuir para o engrandecimento da nação alemã, eram enviados para as câmaras de gás.


 


«Casos Quânticos de Estranheza»

Esta é a Quinta em questão!!!!

Não sou nenhum «poço»de cultura, tão pouco me julgo um analfabeto total, ou, mesmo, funcional. Possuo algumas habilitações académicas, alguma formação profissional, alguma formação específica, razoável experiência profissional e um leque um pouco alargado de outras actividades. Para um melhor conhecimento de mim, junto envio anexo, onde mais detalhadamente enumero as referidas características ( doc.«Título Principal»).

Nasci no seio de uma família de precária condição económica, mas, de uma enorme riqueza espiritual. O amor e a solidariedade, são sentimentos  sempre presentes no interior da minha família.

Com o casamento, herdei um património activo bastante elevado(tendo em atenção o meio), mas também um passivo igualmente grande. Esse património, tinha contudo uma enorme capacidade de crescimento, desde que se efectuassem alguns investimentos. Como o recebi, o serviço de dívida era superior à receita por ele produzida. Quero acrescentar, que a dívida, era para com a Caixa de Crédito Agrícola Mútuo de Alijó, e, era garantida por uma hipoteca.

Ora, como era um défice de estrutura, no qual os encargos eram superiores ao rendimento, todos os anos, o montante da dívida elevava-se: Dezenas de vezes, conversei com a Direcção da dita Caixa, expondo-lhe a situação. Dezenas de vezes, lhe disse o seguinte: Não me dêem o «peixe», ensinem-me a pescar; Em períodos sensivelmente constantes, temos que ampliar o crédito para fazer face à dívida; sem dúvida que V.Exªs , me têm feito sempre esse favor. Mas, a continuar assim, aumentando cada vez mais os encargos, sem melhorar a receita, virá um dia, em que: ou eu vendo a quinta para lhes pagar, ou têm que me mandar para praça pública!! .Os senhores conhecem também como eu a propriedade, acham que ela não tem condições para por exemplo: criar 50 vacas de leite?; Mais 20 touros de engorda? Resposta sempre dada: E muito mais.- Então reparem: Investimento50*60=3000;

20*20=400

Total=3400

Juros(cujo pag.demora um ano)3400*24%=816

Amortização3400/10=340

Total encargos----816+340=1156

Cada vaca de leite, não dá 30contos/mês?

Respostamuito por baixo.

Então30*50=1500

1500*12=18000!

Cada touro de engorda, não dá 80contos/ano?

Respostapor baixo.

Então---20*80=1600

18000+1600=19600

Vamos dividir ao meio, para prevenir:19600/2=9800

98000-1156=8644.

Como eu anualmente me empenho em cerca de 700contos!!!

Resposta dezenas e dezenas de vezes .- Vamos ver isso.

Mas isto é apenas um exemplo, entre muitos.

Agora, vou descrever, o que se tem passado com os tribunais.

Não quero, porém, deixar passar a oportunidade, de aqui manifestar o meu conceito(desde há muito), relativamente ao «sistema» judicial.

Sempre pensei, que o mesmo, fosse o garante do cidadão, actuasse com isenção, exequidade, equidistância, elevada sabedoria, total independência, nobilíssima intenção, movido por sentido de recuperação mais do que castigo ou repressão.

Este meu conceito, era baseado no facto de ser uma disciplina, criada, elaborada e mantida, por autênticos especialistas desde a sua origem. Ao contrário, de outra disciplinas, como por exemplo a história, que provavelmente foi iniciada, por coleccionadores ou antiquários. Dava-lhe um verdadeiro estatuto de «ciência».

Por volta do início dos anos 80,concrectamente Abril de 80, fui apanhado a conduzir um automóvel, sem estar devidamente habilitado para o fazer. Fui a audiência ao tribunal de Vila-Real, onde Sua Exª o digníssimo senhor Doutor Juiz, não se escusou a esforços no sentido de apurar a verdade. Impressionou-me positivamente esse facto, bem como a educação, sentido social, responsabilidade profissional, sentido de equidistância, sentido de justiça, busca intensiva de causas e motivações. Isto, para além de confirmar o meu pensamento, veio até reforçá-lo:

Na mesma década, anos 80, fui intensamente insultado por uma determinada pessoa; movi-lhe uma acção, com o principal propósito de evitar males maiores. Sua Exª, o digníssimo senhor Doutor Juiz da comarca de Alijó, não se poupou a esforços, no sentido de apurar toda a verdade, motivações, estados de espírito, factores sócio- económicos do insultor, factores culturais, etc.,etc.

Impressionaram-me positivamente estes factores, bem como, o equilíbrio procurado na pronuncia de sentença.

Até aqui, estas passagens pelos tribunais, só vieram reforçar o meu conceito. Em abono da verdade, é bom que se diga, que tudo isto aconteceu no período de razoável condição económica.

Agora repare-se, no que vem a seguir, e, coincidência das coincidências, acontece no período em que passo a ser «um novo pobre».

A quinta que no inicio referi, tal como vinha prevendo, conjuntamente com outros factores, acabou por ir a praça «pública». Dirigi-me ao tribunal da comarca de Alijó, variadíssimas vezes, para ler o processo, e, assim, o poder contestar. A simpatia dos funcionários, foi sempre escassa, vezes sem conta, me disseram: isto , não pode ser assim; você tem de contratar um advogado. Eu sempre respondi, que não tinha dinheiro para o fazer; se tivesse condições, muito melhor seria para mim.

Já aqui, eu sei que ninguém é obrigado a dar uma informação que lhe não é pedida; mas após tanta troca de palavras como as que referi- Meta advogado_ Não tenho dinheiro -, não seria normal dizerem-me, - se não tem meios, peça apoio judicial.

Muito mais estranho se torna, se tivermos em conta que no fim dos meus processos (este e um outro que relatarei a seguir), foi afixado edital, no edifício do mesmo, a informar que se poderia beneficiar de apoio judicia!!!.

Então, eu fiz a contestação...

Esta foi-me devolvida com a seguinte inscrição a lápis As contestações deste valor, têm que ser feitas por outorga.

Sem contestação, nem coisa que o «valha», era natural, perder a acção. Foi então marcada a praça pública para o dia 28/09/1992.

Minha mãe e outro senhor(Manuel Fernando Martins), foram ver o que se passava. No final da dita «Praça Pública»?, quer minha mãe, quer o referenciado senhor, comentaram: afinal, não viemos  fazer nada, não ficou nada feito, ninguém apareceu; hoje nos tribunais, é assim(comentavam outros), hoje falta um, amanhã falta outro, e, anda-se assim toda a vida.

O que é certo, é que no dia seguinte, o actual dono e a família(que mais parecia um exército), andavam a vindimar na dita quinta!!.

Meus pais(eu estava emigrado em Madrid), telefonaram para o Tribunal, e, de lá confirmaram-lhe que sim, que aquele senhor(que não esteve no tribunal no dia da praça), a tinha rematado!!

E eu hoje, sou um «Novo Pobre», detentor de uma «Moral Socrática», de um Q.I., acima da média.

Mas, que erros meus, má fortuna e maldade alheia, me atiraram para esta nova situação.

Há, contudo, uma coisa que não se compra, ou adequire, por mais maldade e/ou dinheiro que se possuia - É o nosso passado-!!

     

   

 

   

 

 

«Casos Quânticos de Estranheza»

Não sou nenhum «poço»de cultura, tão pouco me julgo um analfabeto total, ou, mesmo, funcional. Possuo algumas habilitações académicas, alguma formação profissional, alguma formação específica, razoável experiência profissional e um leque um pouco alargado de outras actividades. Para um melhor conhecimento de mim, junto envio anexo, onde mais detalhadamente enumero as referidas características ( doc.«Título Principal»).

Nasci no seio de uma família de precária condição económica, mas, de uma enorme riqueza espiritual. O amor e a solidariedade, são sentimentos  sempre presentes no interior da minha família.

Com o casamento, herdei um património activo bastante elevado(tendo em atenção o meio), mas também um passivo igualmente grande. Esse património, tinha contudo uma enorme capacidade de crescimento, desde que se efectuassem alguns investimentos. Como o recebi, o serviço de dívida era superior à receita por ele produzida. Quero acrescentar, que a dívida, era para com a Caixa de Crédito Agrícola Mútuo de Alijó, e, era garantida por uma hipoteca.

Ora, como era um défice de estrutura, no qual os encargos eram superiores ao rendimento, todos os anos, o montante da dívida elevava-se: Dezenas de vezes, conversei com a Direcção da dita Caixa, expondo-lhe a situação. Dezenas de vezes, lhe disse o seguinte: Não me dêem o «peixe», ensinem-me a pescar; Em períodos sensivelmente constantes, temos que ampliar o crédito para fazer face à dívida; sem dúvida que V.Exªs , me têm feito sempre esse favor. Mas, a continuar assim, aumentando cada vez mais os encargos, sem melhorar a receita, virá um dia, em que: ou eu vendo a quinta para lhes pagar, ou têm que me mandar para praça pública!! .Os senhores conhecem também como eu a propriedade, acham que ela não tem condições para por exemplo: criar 50 vacas de leite?; Mais 20 touros de engorda? Resposta sempre dada: E muito mais.- Então reparem: Investimento50*60=3000;

20*20=400

Total=3400

Juros(cujo pag.demora um ano)3400*24%=816

Amortização3400/10=340

Total encargos----816+340=1156

Cada vaca de leite, não dá 30contos/mês?

Respostamuito por baixo.

Então30*50=1500

1500*12=18000!

Cada touro de engorda, não dá 80contos/ano?

Respostapor baixo.

Então---20*80=1600

18000+1600=19600

Vamos dividir ao meio, para prevenir:19600/2=9800

98000-1156=8644.

Como eu anualmente me empenho em cerca de 700contos!!!

Resposta dezenas e dezenas de vezes .- Vamos ver isso.

Mas isto é apenas um exemplo, entre muitos.

Agora, vou descrever, o que se tem passado com os tribunais.

Não quero, porém, deixar passar a oportunidade, de aqui manifestar o meu conceito(desde há muito), relativamente ao «sistema» judicial.

Sempre pensei, que o mesmo, fosse o garante do cidadão, actuasse com isenção, exequidade, equidistância, elevada sabedoria, total independência, nobilíssima intenção, movido por sentido de recuperação mais do que castigo ou repressão.

Este meu conceito, era baseado no facto de ser uma disciplina, criada, elaborada e mantida, por autênticos especialistas desde a sua origem. Ao contrário, de outra disciplinas, como por exemplo a história, que provavelmente foi iniciada, por coleccionadores ou antiquários. Dava-lhe um verdadeiro estatuto de «ciência».

Por volta do início dos anos 80,concrectamente Abril de 80, fui apanhado a conduzir um automóvel, sem estar devidamente habilitado para o fazer. Fui a audiência ao tribunal de Vila-Real, onde Sua Exª o digníssimo senhor Doutor Juiz, não se escusou a esforços no sentido de apurar a verdade. Impressionou-me positivamente esse facto, bem como a educação, sentido social, responsabilidade profissional, sentido de equidistância, sentido de justiça, busca intensiva de causas e motivações. Isto, para além de confirmar o meu pensamento, veio até reforçá-lo:

Na mesma década, anos 80, fui intensamente insultado por uma determinada pessoa; movi-lhe uma acção, com o principal propósito de evitar males maiores. Sua Exª, o digníssimo senhor Doutor Juiz da comarca de Alijó, não se poupou a esforços, no sentido de apurar toda a verdade, motivações, estados de espírito, factores sócio- económicos do insultor, factores culturais, etc.,etc.

Impressionaram-me positivamente estes factores, bem como, o equilíbrio procurado na pronuncia de sentença.

Até aqui, estas passagens pelos tribunais, só vieram reforçar o meu conceito. Em abono da verdade, é bom que se diga, que tudo isto aconteceu no período de razoável condição económica.

Agora repare-se, no que vem a seguir, e, coincidência das coincidências, acontece no período em que passo a ser «um novo pobre».

A quinta que no inicio referi, tal como vinha prevendo, conjuntamente com outros factores, acabou por ir a praça «pública». Dirigi-me ao tribunal da comarca de Alijó, variadíssimas vezes, para ler o processo, e, assim, o poder contestar. A simpatia dos funcionários, foi sempre escassa, vezes sem conta, me disseram: isto , não pode ser assim; você tem de contratar um advogado. Eu sempre respondi, que não tinha dinheiro para o fazer; se tivesse condições, muito melhor seria para mim.

Já aqui, eu sei que ninguém é obrigado a dar uma informação que lhe não é pedida; mas após tanta troca de palavras como as que referi- Meta advogado_ Não tenho dinheiro -, não seria normal dizerem-me, - se não tem meios, peça apoio judicial.

Muito mais estranho se torna, se tivermos em conta que no fim dos meus processos (este e um outro que relatarei a seguir), foi afixado edital, no edifício do mesmo, a informar que se poderia beneficiar de apoio judicia!!!.

Então, eu fiz a contestação...

Esta foi-me devolvida com a seguinte inscrição a lápis As contestações deste valor, têm que ser feitas por outorga.

Sem contestação, nem coisa que o «valha», era natural, perder a acção. Foi então marcada a praça pública para o dia 28/09/1992.

Minha mãe e outro senhor(Manuel Fernando Martins), foram ver o que se passava. No final da dita «Praça Pública»?, quer minha mãe, quer o referenciado senhor, comentaram: afinal, não viemos  fazer nada, não ficou nada feito, ninguém apareceu; hoje nos tribunais, é assim(comentavam outros), hoje falta um, amanhã falta outro, e, anda-se assim toda a vida.

O que é certo, é que no dia seguinte, o actual dono e a família(que mais parecia um exército), andavam a vindimar na dita quinta!!.

Meus pais(eu estava emigrado em Madrid), telefonaram para o Tribunal, e, de lá confirmaram-lhe que sim, que aquele senhor(que não esteve no tribunal no dia da praça), a tinha rematado!!

Também possuo uma capacidade de flexibilidade, Experiência profissional, Formação Profissional, Formação Especifica, Desenvolvimento dos traços de Personalidade, que não trocaria por nada...!!!